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Terras de Bouro – Aldeias da Saudade
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Terras de Bouro

Em termos territoriais Terras de Bouro é o maior Concelho do território do Cávado , possui uma área de 276,2 km², dos quais 52 % (143 km2) são de área protegida (Parque Nacional Peneda Gerês- PNPG), ocupados por uma população de 8.350 habitantes (2001) o que lhe confere a menor densidade populacional desta zona (30 hab/km2). O concelho é composto por 17 freguesias.

Os limites deste município são compostos a Norte pelo município de Ponte da Barca e por território Espanhol (Galiza), a leste por Montalegre, a sul por Vieira do Minho, a sudoeste por Amares e a oeste por Vila Verde.

Património

É um município em que o património natural assume um lugar de destaque nas suas potencialidades, conferido pela presença de parte da área do único parque nacional do País (PNPG). O meio natural é composto por uma grande diversidade e qualidade de flora e fauna incluindo a presença de algumas espécies endémicas.

Em termos de património construído ele é constituído por alguns monumentos nacionais, como são os casos dos 35 marcos miliários da antiga Geira Romana e do cruzeiro da Srª do Campo do Gerês, assim como os monumentos de interesse público da Estação Arqueológica do Chelo, do Marco Miliário de Covide/Campo do Gerês, das ruínas da Calcedónia e da sepultura/campa do Frade.

As aldeias tradicionais de Cutelo, Brufe, Stª Isabel do Monte e Covide, são entre outras aldeias de montanha, aquelas onde é possível encontrar e conviver com todas as características de um meio rural ainda vivo, existindo um conjunto de infraestruturas de Alojamento Turístico e animação turística disponíveis, para todos aqueles que queiram desfrutar do contacto directo com este ambiente natural.

Produtos locais

As carnes de raças autóctones de bovinos (barrosã, cachena) e de caprinos (cabrito das terras altas do Minho), o mel da serra amarela e do Gerês, a broa de milho e centeio, as plantas aromáticas, medicinais e condimentares e o artesanato em lã e em linho são os principais produtos locais com tradição neste concelho e que há muito conquistaram que o visita.

Turismo

A fauna e a flora variadas, os recursos termais, hidrológicos, a oferta de condições naturais e artificiais para a prática de desportos de montanha e náuticos, fazem de Terras de Bouro um concelho em que os recursos turísticos são a sua maior potencialidade. Locais de interesse turístico como o santuário do S. Bento da Porta Aberta com as suas romarias, o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas, as termas e a serra do Gerês como ponto nevrálgico e emblemático do PNPG, as albufeiras da Caniçada e de Vilarinho das Furnas, a via Romana XVIII (Geira), que ligava Bracara Augusta a Astorga com o conjunto de marcos miliários (monumento nacional), a fronteira da Portela do Homem e o relacionamento ancestral com os povos da Galiza, são locais de visita obrigatória para muitos turistas nacionais e estrangeiros.

A gastronomia deste concelho está marcadamente relacionada com as suas características montanhosas e serranas, em paragens como a Serra do Gerês e a Serra Amarela e nas suas aldeias são criados em regime de pastoreio espécies bovinas e caprinas, assim como suínos, que dão carne de excelente qualidade. Associado a estas carnes a terra fornece hortícolas e leguminosas que acompanham pratos forte s de carne ou compõem deliciosas sopas.

Os pratos mais típicos são: O Cozido à Terras de Bouro, o Cozido de Couves com Feijão, composto por feijão (amarelo) e couves “galegas” das hortas das terras altas e frias. Sem qualquer tipo de refogado na sua confecção, as couves, em abundância, são cozidas juntamente com as diversas carnes e fumeiro, cuja gordura é o tempero necessário para lhe conferir um paladar sui generis. O feijão amarelo é cozido à parte, juntando-se tudo, posteriormente, na mesma travessa vai para a mesa.

Outras iguarias temos o “Sarrabulho à Terras de Bouro” e nas sobremesas a Aletria e as Rabanadas.

Brufe

Aldeia localizada em zona de montanha, na vertente da Serra Amarela, no Noroeste de Portugal, muito próxima do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG) (5 km) e da fronteira com Espanha. Situada sobre uma pequena veiga de campos agrícolas, onde se pratica uma agricultura tradicional em regime de policultura (milho, hortícolas, pastorícia). É um pequeno aglomerado de casas graníticas,  belos exemplares da arquitectura popular, complementadas com outros elementos  tradicionais (espigueiros, eiras, relógios de sol…)

Julga-se que a origem do nome vem de Berulfi (genitivo germânico) que significa lobo. Pertenceu com o nome de Espiríto Santo de Vila Garcia, ao pequeno concelho de Vila Garcia, com sede em Gilbarbedo, que pertenceu aos Abreus, tendo sido extinto em 1835, para fazer parte do de Regalados, e a partir de 1842 foi transferida para o concelho de Terras de Bouro, com um interregno (1895-1898) em que esteve anexada a Amares. Conforme as inquirições de 1258,  Brufe não fornecia homens à vida militar, mas em troca estes eram obrigados a defender a fronteira. O património histórico-cultural, caracteriza-se pela presença de sepulturas do tempo dos celtas, indícios de fortificações e padrões romanos, e ainda elementos da arquitectura popular: casas em granito, espigueiros encimados por cruzes, relógios de sol e pequenos moinhos nas margens dos ribeiros.

O meio natural envolvente possui elementos faunísticos e florísticos de relevante importância, entre os quais se destacam, na fauna: o lobo (Canis lupus), a raposa (Vulpes vulpes), o javali (Sus scrofa), o cavalo garrano (Equus caballus), a águia-de-asa-redonda (Buteo buteo), a gineta (Genetta genetta),  e o esquilo (Sciurus vulgaris), e na flora autóctone: o carvalho-roble (Quercus robur), o azevinho (Ilex aquilifolium), o zangarinho (Frangula alnus), o vidoeiro (Betula celtiberica) entre outras. Junto a ela passam os rios Cabril, Parada e Moura e o pequeno ribeiro de Brufe.

Covide

Situada em a 10 km de Terras de Bouro, em plena Serra do Gerês, Covide fica aninhada entre altas serranias. A aldeia conserva um bonito cruzeiro, vários espigueiros, um poço e um moinho de um rodízio com paredes de pedra. No Centro de Artes Tradicionais podem ser adquiridas peças criadas pelos artesãos que trabalham o linho, o vime e a madeira.

Cutelo

Aldeia localizada em zona de montanha, nas proximidades da Serra Amarela, no Noroeste de Portugal, muito próxima do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG) (6 km) e da fronteira com Espanha. Rodeada por uma veiga de campos agrícolas, onde se pratica uma agricultura tradicional em regime de policultura (milho, hortícolas, pastorícia de bovinos e pequenos ruminantes). É um pequeno aglomerado de casas graníticas,  belos exemplares da arquitectura popular, complementadas com outros elementos  tradicionais (espigueiros, eiras, capela, relógios de sol…), algumas delas preservadas no âmbito de projectos de revitalização do património rural e de criação de alojamento turístico na tipologia de casas de campo.

Pertenceu, juntamente com os lugares de Cabenco, Lugarinhos, Gilbarbedo, e a freguesia de Brufe, ao pequeno concelho de Vila Garcia, com sede em Gilbarbedo, que pertenceu aos Abreus, tendo sido extinto em 1835, para fazer parte do de Regalados, e a partir de 1842 foi transferida para o concelho de Terras de Bouro e para a freguesia de Cibões, com um interregno (1895-1898) em que esteve anexada a Amares.O património histórico-cultural, caracteriza-se pela presença nas sua imediações de vestígios de sepulturas do tempo dos celtas, indícios de fortificações e padrões romanos, e ainda de diversos elementos da arquitectura popular.

O meio natural envolvente à aldeia de Cutelo possui elementos faunísticos e florísticos de relevante importância, entre os quais se destacam, na fauna: o lobo (Canis lupus), a raposa (Vulpes vulpes), o javali (Sus scrofa), o cavalo garrano (Equus caballus), a águia-de-asa-redonda (Buteo buteo), a gineta (Genetta genetta),  e o esquilo (Sciurus vulgaris), e na flora autóctone: o carvalho-roble (Quercus robur), o azevinho (Ilex aquilifolium), o zangarinho (Frangula alnus), o vidoeiro (Betula celtiberica) entre outras. Junto a ela passam os rios Cabril, Parada e Moura e o pequeno ribeiro de Brufe

Santa Isabel do Monte

A aldeia de Santa Isabel do Monte situa-se no cone do monte com o mesmo nome, e pertence ao concelho de Terras de Bouro. A aldeia dispõe de algumas casas de turismo rural que convidam a dias de repouso em pleno Minho!

Santa Isabel do Monte conserva alguns vestígios arqueológicos, como um castro e túmulos megalíticos, testemunhos da ocupação da terra, em tempos antigos. Passeie entre casas de granito típicas e espigueiros. Visite a Igreja Matriz e o Calvário, datado do século XIX, as Capelas de São João Batista (século XVIII), na Casa dos Bernardos, e a de Santo António, na Casa da Roseira. Conheça, ainda, a Casa de Campo Monte de Abades e o Centro Interpretativo do Monte, onde poderá recolher informação sobre os principais pontos de interesse da região. Existem dois percursos pedestres serranos, devidamente marcados e sinalizados: o Trilho do Castelo e o Trilho dos Moinhos.

Respire o ar puro da serra e desfrute da magnífica paisagem pintalgada por carvalhos e pinheiros! É provável que aviste gado em pastoreio e, ao longe, os montes de São Mamede, do Sameiro e da Falperra. Aprecie os moinhos, construídos entre os séculos XVII e XIX, que foram recuperados e que estão localizados junto aos cursos de água. O artesanato típico inclui artefactos em madeira, artigos em linho e lã, plantas aromáticas e mel.

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